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38 universidades em greve! |
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| Quarta-feira,
30/11, é dia de mobilização na reitoria |
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| Todo
mundo lá! A partir de 9h, pelo adiamento do vestibular da UFF. Haverá atividades durante todo dia |
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O pedido se justifica na medida em que a greve nacional das Instituições Federais de Ensino Superior (IFEs) também paralisou os CEFET, as unidades do Colégio Pedro II, Colégios de Aplicação e Escolas Técnicas Federais. O adiamento (e não o cancelamento do vestibular) tem por objetivo garantir a equidade das condições de preparação dos milhares de alunos dessas instituições que, por conta da greve, não integralizaram os conteúdos programados para o semestre letivo. Somente aprovando o adiamento do vestibular o CUV estará assumindo, de fato, seu compromisso em defesa da democratização dos acessos às instituições federais de ensino superior. Adiar o vestibular é fundamental, principalmente nesse momento em que se discute no âmbito do próprio MEC propostas de reserva de vagas para os alunos das escolas públicas nas IFEs. |
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| Próxima
Assembléia Geral dia 1/12, quinta-feira às 14h, no auditório Florestan Fernandes - FEUFF - Gargoatá - Bloco D Debate:
29/11 - terça-feira - às 16h30 |
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| MEC recebe representantes do Andes-SN, Fasubra, Sinasefe e estudantes | |||||
O secretário executivo do Ministério da Educação, Jairo Jorge da Silva, recebeu, no fim da tarde de 23 de novembro, os três comandos nacionais de greve dos professores e técnicos administrativos do ensino federal e as lideranças de mobilização estudantil. O encontro foi considerado inédito entre os grevistas, já que o MEC resistia em receber conjuntamente Andes -SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras) e Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional). "Quero dar o parabéns ao MEC por atender às entidades sindicais", destacou a presidente do Andes-SN, Marina Barbosa. Participaram ainda os deputados federais Fátima Bezerra (PT-RN), Alice Portugal (PCdoB - BA), Wasny de Roure (PT-DF), Babá (PSol-RJ) e Paulo Rubem Santiago (PT-PE). Na reunião, os representantes das categorias reafirmaram as reivindicações do movimento e solicitaram esclarecimentos sobre os desdobramentos das negociações com o MEC. Pelo Andes-SN, Marina confirmou a continuidade da greve, reiterou a disposição do movimento em manter a negociação com o ministério e destacou a viabilidade de se chegar a um acordo. Ela chamou atenção sobre a insatisfação da categoria ao ser informada pela imprensa de que o MEC estaria enviando ao Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL) com a proposta do governo aos professores do ensino superior federal. "A categoria foi comunicada por meio de uma entrevista coletiva e por uma nota paga nos jornais", disse. A dirigente indagou ainda onde se encontrava o PL. "Ninguém sabe onde ele está. A Casa Civil ainda não recebeu e a liderança do Governo no Congresso não sabe onde está". Jairo Jorge informou que o PL deve retornar hoje (24 de novembro) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e deve ser enviado imediatamente à Casa Civil. Antes disso, salientou o secretário, o MEC emite ao Sindicato Nacional uma cópia do PL para a categoria "tomar conhecimento". A reunião com Jairo Jorge foi motivada por um ato dos grevistas em frente ao MEC. Cerca de mil e quatrocentos manifestantes, entre professores, estudantes e técnico-administrativos vindos de vários estados brasileiros em caravanas, ocuparam as entradas do ministério por volta das 7h30, tomaram simbolicamente o "café com o ministro Fernando Haddad" e promoveram uma série de atividades. Entre elas, a apresentação do congado de Viçosa e da capoeira de Airões, municípios do interior de Minas Gerais, e do grupo Paraibola. O ato ainda foi animado com palavras de ordem, como "Não ao mensalão, pelo atendimento da pauta de reivindicação", e pela marchinha do ministro. Deputados federais, como Babá, Ivan Valente (PSOL-SP), Paulo Rubem e Maninha (PSOL-DF), e representantes de entidades também estiveram no ato. À noite, os manifestantes saíram do MEC com tochas, percorreram a Esplanada dos Ministérios e encerraram o dia de mobilização em frente ao Congresso Nacional. Hoje de manhã, eles repetiram o "café com o ministro", continuaram vigília em frente ao MEC e promoveram um enterro simbólico de Haddad. Leia mais sobre a reunião na página eletrônica da ADUFF: www.aduff.org.br Fonte: CNG. |
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