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Campanha salarial é pauta da Assembléia Geral |
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A ADUFF realizou uma Assembléia Geral, no último dia 7. Entre os pontos de pauta da assembléia estavam a proposta de reestruturação de carreira docente, aprovada no 30º Congresso do ANDES-SN, e a campanha salarial dos Servidores Públicos Federais para 2011. Em relação à proposta de carreira docente do ANDES-SN, avaliou-se que o projeto avança bastante, defendendo questões fundamentais como a isonomia e a paridade. O texto já foi entregue ao governo federal, mas a expectativa é que será uma batalha difícil, pois o governo sinaliza que não pretende abandonar a lógica das gratificações por produtividade. Além disso, debateu-se a campanha salarial unificada com outros setores do funcionalismo público. Vários professores da UFF se incorporaram à caravana nacional, para um ato unificado pelo aumento salarial em Brasília, no dia 13. A manifestação, na Esplanada dos Ministérios, reuniu 15 mil pessoas, e teve como resultado a promessa da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, de retomar as negociações.
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Prefeitura embarga obras na UFF |
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Segundo reportagem do jornal “O Fluminense”, a Secretaria Municipal de Urbanismo de Niterói embargou, no dia 7 de abril, a construção de quinze prédios nos campi Gragoatá e Praia Vermelha da UFF. A legislação exige a realização de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) para determinar o impacto das obras. Até hoje, a UFF não entregou esses estudos à prefeitura, portanto as obras começaram sem licença. Ainda segundo o jornal, a UFF teria se comprometido a ceder à prefeitura espaços nesses dois campi para a construção de vias públicas, como contrapartida pela construção dos novos prédios.
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Ato com 600 pessoas contra descaso com desabrigados das chuvas |
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No dia 6 de abril, cerca de 600 pessoas, entre desabrigados das chuvas de 2010, representantes de diversas comunidades de Niterói e de movimentos sociais da cidade, protestaram contra o descaso da prefeitura com todas as pessoas que perderam suas casas naquela tragédia. A manifestação começou na Prefeitura velha e terminou em frente à Câmara Municipal. Ao longo do ato, moradores das comunidades atingidas ocuparam o carro de som para denunciar a negligência da prefeitura, que até hoje não garantiu a assistência aos que perderam suas casas em 2010. A maioria dessas pessoas sequer está recebendo o aluguel social prometido pela prefeitura, tampouco existe alguma solução para a aquisição de novas moradias. Além disso, não há qualquer intervenção do poder público nas áreas que continuam ameaçadas de desabamentos. A passeata terminou com um ato ecumênico em homenagem aos mortos na tragédia. Depois do ato, os desabrigados participaram de audiência pública convocada pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, vereador Renatinho (PSOL), para buscar soluções para o problema.
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Ato na UFRJ defende liberdades democráticas |
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Quase 300 pessoas lotaram na noite de 31 de março o auditório da Faculdade de Direito da UFRJ, para ato em defesa das liberdades democráticas e contra a criminalização dos movimentos sociais. A principal reivindicação era o arquivamento dos processos contra os 13 militantes presos em um protesto contra a presença do presidente dos Estados Unidos no Brasil. Os militantes que passaram três dias presos, acusados de terem lançado um coquetel molotov contra a embaixada norte-americana, foram homenageados no início da solenidade. Em seguida, foi anunciada a criação de uma campanha nacional pelo arquivamento dos processos judiciais abertos contra eles. “Nós não fizemos aquilo (jogar o coquetel molotov), não é o nosso método. Fomos presos por causa de uma arbitrariedade do governo do estado, de uma ordem do seu Barack Obama. Agora, carecas ou não, temos que juntar o conjunto da classe para lutar. Não vamos nos baixar à repressão policial, à repressão do estado ou de qualquer governante”, afirmou Gualberto Tinoco, o Pitéu, do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe/RJ). Nesta sexta (dia 15), acontecerá um ato show, como parte da campanha pelo arquivamento do processo. O evento, que terá uma roda de samba, acontecerá no Sindsprev (rua Joaquim Silva, 98, Lapa), a partir das 23 horas.
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Às escuras, |
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Às escuras e com muito calor, por causa da falta de luz, o Conselho Universitário (CUV) reunido no dia 30 de março aprovou a prestação de contas da Universidade, do ano de 2010. O assunto gerou muita polêmica, porque a reitoria tinha apresentado as contas às câmaras apenas na véspera e foi ao Conselho afirmando que aquela prestação de contas precisava ser aprovada naquele dia, para ser encaminhada à União, senão a Universidade seria penalizada. Depois de muitos protestos e repetidas afirmações de que aquele procedimento era inaceitável, a prestação de contas acabou aprovada, com imensa maioria dos votos. Diante da ausência do reitor, quem presidiu a sessão foi o vice-reitor, Sidney Mello. Em nome da atual gestão, ele se comprometeu com maior transparência na prestação de contas e com a publicação de relatórios contábeis trimestrais. Depois de aprovada a prestação de contas, e de alguns protestos dos estudantes, reivindicando especialmente melhorias na assistência estudantil, o professor Raphael fez uma intervenção pela diretoria da ADUFF. O Sindicato cobrou e regulamentação e o cumprimento da decisão do plebiscito realizado em 2010, de proibir os cursos pagos na UFF. Além disso, lembrou que o CUV já tomou uma decisão contrária às fundações de direito privado, e deveria adaptar essa decisão (tomada em 2007), para rejeitar também a MP 520, que representa a privatização dos hospitais universitários. Defendeu a mudança no RGCE, para permitir a participação dos professores novos nas instâncias decisórias da universidade. Por fim, lembrou que a ADUFF, ao lado do Sintuff e do DCE avisaram, à época da aprovação do Reuni, que a Universidade passaria por esse processo que vive agora, de expansão sem qualidade, com ausência de professores, e péssimas condições.
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No twitter, o perfil do Sindicato é @ADUFF_SSind. Ali, podem ser encontradas informações mais curtas e urgentes, indicações de matérias de outros veículos, relativos a questões importantes da conjuntura. Através do perfil da ADUFF no Facebook, serão divulgadas atividades do movimento docente e de outros movimentos sociais, e também disponibilizadas imagens das inúmeras atividades das quais a ADUFF participa. Ainda como parte do processo de mudanças no plano do Sindicato, começaremos neste mês a implementar a mudança de projeto gráfico do jornal e do site. As mudanças seguem os rumos sugeridos no novo Plano Geral de Comunicação do ANDES-SN, aprovado no 30º Congresso do Sindicato, realizado em fevereiro.
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