Ao longo desta terça-feira, 2 de setembro – dia em que o Brasil e o mundo estão atentos ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros réus no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado em 2022 – docentes, estudantes, técnicas e técnicos-administrativos realizaram mobilização conjunta no campus do Gragoatá e reiteraram a postura antifascista da Universidade Federal Fluminense.
De forma articulada, os três setores organizaram uma atividade para exigir a responsabilização dos golpistas e participar do Plebiscito Popular por Um Brasil Mais Justo e Soberano. Uma urna conjunta esteve disponível, próxima ao bandejão da UFF, para os e as votantes se posicionarem sobre o tema que afeta diretamente a classe trabalhadora, respondendo se eram a favor do fim da escala 6x1, sem redução salarial; e sobre o pagamento de Imposto de Renda mais alto para vencimentos superiores a R$ 50 mil por mês, com isenção da alíquota para quem ganha até R$ 5 mil.
Saiba onde votar
▪️ Aduff mantém urna permanente em sua sede (R. Prof. Lara Vilela, 110 - São Domingos, Niterói), das 9h às 18h, e outra permanente no prédio da Escola de Serviço Social (Bloco E, campus do Gragoatá).
▪️ O Sintuff conta com uma urna fixa na sede do sindicato, localizado à Rua Desembargador Geraldo Toledo, nº 29, São Domingos (próximo ao campus da Praia Vermelha), das 9h às 17h.
▪️ É possível votar online: https://plebiscitopopular.votabem.com.br/?id=11728VT2354

Contra a Reforma Administrativa
A iniciativa da Aduff, do Sintuff e do DCE também propunha dialogar com os passantes sobre os malefícios que a Reforma Administrativa, em curso no Congresso Nacional, representará para todos aqueles que dependem dos serviços públicos.
De acordo com o panfleto unificado distribuído durante a atividade, "de novo, o discurso é o de combate aos privilégios e modernização do Estado, mas o que se propõe é precarização do serviço público e ataque ao funcionalismo. Infelizmente, além de não esboçar qualquer resistência ao projeto, o governo colabora com o parlamento para viabilizar a aprovação da Reforma, através do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI)". Clique e leia a íntegra do panfleto aqui.
De acordo com docentes, técnicas, técnicos-administrativos e estudantes é preciso haver uma luta contra a aprovação da Reforma Administrativa, porque ela aprofundará o sucateamento e a precarização dos serviços públicos. É necessário ainda unir esforços para exigir a recomposição do orçamento da Educação Pública, com garantia de melhores condições de trabalho para os e as servidoras públicas e uma política efetiva de assistência estudantil.
Da Redação da Aduff







